Em eventos voltados à carreira, o desafio não está apenas em reunir vagas, serviços e conteúdo. Também é preciso criar um ambiente em que o jovem tenha vontade de circular, descobrir e se aproximar das oportunidades. Na Expo CIEE 2026, realizada entre 15 e 17 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo, a tecnologia ocupou esse papel ao lado de palestras, atividades e encontros com empresas. A edição reuniu mais de 25 mil vagas de estágio e aprendizagem e apresentou uma programação que aproximou futuro profissional, entretenimento e inovação. Segundo o CIEE, a feira recebeu milhares de jovens no Pavilhão Amarelo do complexo.
Nesse contexto, a Techno Motion levou uma experiência coletiva para o estande da Prefeitura de São Paulo: um simulador de montanha-russa com seis lugares e realidade virtual. A atração convidava grupos inteiros a colocar os headsets, acompanhar o movimento da estrutura e viver a mesma aventura no mesmo instante. Enquanto seis pessoas participavam, outras acompanhavam as reações e se aproximavam do espaço.
O resultado foi uma ativação com presença visual, participação coletiva e uma linguagem familiar ao público jovem. Mais do que preencher uma área de entretenimento, a montanha-russa VR ajudou a transformar o estande em um ponto de encontro dentro da feira. Este case mostra como a experiência se conectou à proposta da Expo CIEE e ao diálogo da Prefeitura com estudantes e jovens em busca de novas possibilidades.
Expo CIEE 2026: carreira, tecnologia e experiências para o público jovem
A Expo CIEE nasceu como um espaço para quem procura orientação, formação, estágio, aprendizagem e contato com o mercado. Em 2026, porém, a programação mostrou que falar sobre futuro profissional também pode envolver experiências que despertam curiosidade. O site oficial da feira descreveu a edição como um evento gratuito dedicado a oportunidades, desenvolvimento e conexão dos jovens com o futuro, com Arena Gamer, atividades interativas e uma jornada gamificada. A programação da Expo CIEE também incluiu oficinas de currículo, simulações de entrevista com inteligência artificial e processos seletivos presenciais.
Essa combinação conversa com a forma como o público jovem vive eventos: ele não busca somente receber informações, mas circular por experiências que façam sentido naquele ambiente. Além disso, uma atividade tecnológica não substitui a conversa sobre carreira ou o acesso a serviços. Dessa forma, ela cria uma aproximação mais espontânea. Primeiro, desperta interesse. Depois, abre espaço para o visitante permanecer no estande, observar o que acontece e conhecer a proposta institucional ao redor.
Foi exatamente nessa atmosfera que a Expo CIEE recebeu o simulador da Techno Motion. Além disso, a estrutura física, os assentos esportivos, os headsets e as reações dos participantes formavam uma cena fácil de entender, mesmo para quem passava pelo corredor do pavilhão. Por isso, a ativação comunicava diversão e inovação antes de qualquer explicação longa. Assim, ela se integrou naturalmente a um evento que já trazia games, tecnologia e atividades práticas em sua programação.
Por que a Prefeitura de São Paulo levou uma atração tecnológica à feira
Para a Prefeitura de São Paulo, estar em uma feira direcionada a jovens também significou ocupar um espaço de diálogo com quem está começando a definir os próximos passos profissionais. A administração municipal mantém uma relação com o CIEE nos processos de estágio: a página da Secretaria Municipal de Gestão informa que o cadastro e a prova para vagas de estágio acontecem pela plataforma do CIEE, antes das etapas de análise, seleção e entrevista pela Prefeitura. O portal de estágios da Prefeitura detalha essa jornada.
Dentro de uma feira que reúne oportunidades e informações, um estande institucional precisa chamar atenção sem se afastar da sua finalidade. Nesse sentido, a solução encontrada foi colocar a experiência em primeiro plano. Assim, a montanha-russa VR funcionou como um convite visual para o espaço e aproximou o público de uma linguagem presente no cotidiano de muitos estudantes: jogos, ambientes digitais e experiências compartilhadas.
Essa escolha também ajudou a tornar o estande mais acolhedor. Além disso, o jovem não precisava chegar já decidido a buscar uma informação específica. Por exemplo, ele podia se interessar pela atração, acompanhar uma rodada ou participar com amigos. Dessa forma, a interação criava um momento leve dentro de uma programação ligada a decisões importantes, como carreira, capacitação e inserção no mercado de trabalho.
Além disso, a presença da tecnologia reforçou a mensagem de que instituições públicas podem conversar com a juventude por meio de experiências atuais. No entanto, o simulador não tentou simplificar a importância dos serviços oferecidos. Pelo contrário: ele criou uma porta de entrada para que o público se aproximasse do estande em um ambiente que já valorizava participação, circulação e descoberta.
Montanha-russa VR de 6 lugares: a experiência que chamou o público ao estande
O simulador de montanha-russa foi o centro visual da ativação. Além disso, a estrutura recebeu seis participantes ao mesmo tempo, distribuídos em duas fileiras de três assentos. Enquanto isso, cada pessoa utilizava um headset de realidade virtual enquanto a plataforma acompanhava a dinâmica da experiência. Dessa forma, o equipamento unia movimento físico, cenário digital e reação coletiva em uma única cena.
O formato de seis lugares teve relevância especial para a Expo CIEE. Em vez de isolar uma única pessoa em uma atividade, a atração permitiu que amigos, colegas e novos grupos entrassem juntos. Em seguida, a rodada começava diante de quem aguardava e terminava com comentários, risadas e gestos que se espalhavam pelo estande. Assim, a experiência continuava visível mesmo para quem ainda não tinha colocado o headset.
Essa característica tornou a montanha-russa VR um ponto de energia dentro do espaço. Ao mesmo tempo, o público via os assentos ocupados, percebia o movimento da estrutura e acompanhava a reação dos participantes. Por isso, a curiosidade surgia de forma natural, porque a própria atividade mostrava o que estava acontecendo. Assim, não era necessário explicar uma tecnologia distante: a vivência aparecia diante de todos.
Ao mesmo tempo, o simulador de montanha-russa preservou uma proposta simples para o visitante. Em seguida, a pessoa entrava, se acomodava, colocava o headset e vivia a experiência em grupo. Por isso, essa clareza favoreceu uma feira com grande circulação, em que o público precisava reconhecer rapidamente o que cada área oferecia. No estande da Prefeitura, a tecnologia ganhou força justamente por ser compreensível e convidativa.
Uma ativação coletiva para acompanhar o fluxo do evento
Uma feira com milhares de visitantes pede experiências capazes de fazer parte do movimento do evento. Nesse caso, a montanha-russa VR entregou isso pelo seu caráter coletivo. Além disso, seis pessoas participavam em cada rodada e, ao redor delas, outros visitantes acompanhavam a ação. Assim, o equipamento não ficava escondido em uma área fechada: ele criava uma situação que chamava o olhar no meio do fluxo.
Na Expo CIEE, essa presença fez diferença porque a jornada do visitante envolvia diversas áreas, atividades e temas. Enquanto alguém podia seguir para uma palestra, uma oficina ou uma oportunidade de estágio, outra pessoa encontrava na atração um momento de pausa e descoberta. Além disso, a experiência ajudava a manter o ritmo do estande e oferecia uma lembrança compartilhada dentro de uma programação intensa.
Também havia um aspecto social importante. Além disso, a atração reunia pessoas que já se conheciam e permitia que grupos formados no próprio evento vivenciassem o mesmo momento. Por isso, as reações ganhavam outro peso quando aconteciam lado a lado: um participante olhava para o outro depois da rodada, comentava o percurso e registrava a experiência como parte da visita à feira. Assim, a tecnologia se tornava uma conversa, não apenas uma atividade individual.
Esse cenário reforça o valor de uma ativação que combina visibilidade e participação. Portanto, o estande não dependia exclusivamente de materiais impressos ou de uma comunicação estática para ser percebido. Assim, o público enxergava uma experiência acontecendo e entendia que havia ali um espaço ativo, conectado à atmosfera jovem e digital da Expo CIEE.
Tecnologia e games como linguagem para dialogar com jovens
Falar com a juventude exige reconhecer seus repertórios. Games, realidade virtual, conteúdo digital e experiências imersivas já fazem parte da cultura de muitos estudantes que visitaram a feira. A presença de uma Arena Gamer e de uma jornada gamificada na programação oficial reforçou esse contexto. Por isso, a montanha-russa VR não apareceu como um elemento deslocado no estande: ela dialogava com uma linguagem que o evento já assumia como parte de sua identidade.
Essa conexão não depende de transformar todos os serviços em jogo. Ela acontece quando a instituição cria um ambiente no qual o visitante sente que sua presença é bem-vinda. A tecnologia ajuda nesse ponto porque incentiva a curiosidade e quebra a distância inicial entre o público e uma estrutura institucional. A pessoa se aproxima por uma experiência concreta e percebe que o espaço também oferece conteúdo, orientações e oportunidades.
No caso da Prefeitura de São Paulo, o simulador de montanha-russa mostrou que inovação pode ser uma forma de acolhimento. Os participantes viviam um momento de surpresa e diversão, enquanto quem aguardava tinha uma razão para permanecer próximo. Essa dinâmica favoreceu uma relação mais leve com o estande e ajudou a inserir os temas de empregabilidade e desenvolvimento em um ambiente de alta identificação com o público.
Além disso, a experiência evidenciou que o uso de realidade virtual em eventos públicos não precisa assumir um tom distante ou técnico. A reação de quem participa comunica mais do que uma lista de recursos. Sorrisos, mãos levantadas e comentários após a rodada mostram que a tecnologia cumpriu seu papel de gerar envolvimento. Esse envolvimento abre espaço para que a mensagem institucional seja percebida com mais atenção.
A experiência como porta de entrada para oportunidades e serviços
A Expo CIEE reuniu iniciativas voltadas a quem procura formação, trabalho e novos caminhos profissionais. Nesse cenário, o estande da Prefeitura de São Paulo levou a experiência imersiva como uma primeira aproximação. A montanha-russa VR não disputava espaço com as oportunidades do evento. Ela ajudava a criar uma atmosfera favorável para que os jovens se aproximassem delas.
O valor da ativação apareceu justamente nessa transição. Um visitante podia chegar atraído pelo movimento do equipamento, acompanhar uma rodada com amigos e, em seguida, notar o restante do espaço. A experiência presencial tornava a visita mais marcante e contribuía para que o estande fosse lembrado como um lugar de descoberta, conversa e participação.
Esse efeito tem relação com a natureza do evento. A feira reuniu programas, vagas e orientações que podem ter impacto real no futuro de estudantes. Ao incorporar uma atividade que dialogava com o universo digital, a Prefeitura reforçou uma comunicação mais próxima do público que desejava alcançar. A tecnologia atuou como parte de uma jornada mais ampla, em que entretenimento e oportunidades podiam coexistir.
Para a Techno Motion, o case reforça a capacidade das experiências imersivas de apoiar projetos institucionais. Uma atração não precisa ser apenas entretenimento; ela pode criar contexto, chamar atenção para uma causa e construir uma memória positiva da presença de uma marca ou órgão público no evento.
O que a ativação da Techno Motion mostrou na Expo CIEE 2026
A participação da Techno Motion na Expo CIEE 2026 mostrou como uma ativação tecnológica pode ganhar significado quando conversa com o público e com o momento do evento. A montanha-russa VR de seis lugares reuniu grupos, manteve o espaço em movimento e trouxe uma linguagem de games e realidade virtual para um ambiente dedicado a oportunidades de carreira.
O case também revelou a força de uma experiência compartilhada. Cada rodada colocou seis pessoas em uma aventura simultânea, mas alcançou muitas outras que observavam, aguardavam ou comentavam a cena. A atração, portanto, ampliou sua presença para além dos assentos e ajudou o estande da Prefeitura de São Paulo a se tornar um ponto de interesse dentro da feira.
Para instituições, marcas e organizadores que buscam falar com públicos jovens, a principal inspiração deste case está na conexão entre propósito e experiência. Quando a tecnologia entra em uma narrativa coerente, ela cria proximidade sem tirar o foco da mensagem. Na Expo CIEE, a montanha-russa VR aproximou inovação, participação e futuro em uma mesma ativação.
Conclusão
A Expo CIEE 2026 mostrou que um evento de empregabilidade pode combinar informação, experiências e participação ativa. No estande da Prefeitura de São Paulo, a montanha-russa VR de seis lugares fornecida pela Techno Motion criou uma experiência coletiva que chamou atenção, estimulou conversas e aproximou visitantes do espaço.
O case reforça que a realidade virtual pode contribuir para uma comunicação mais próxima com o público jovem quando ela acompanha o propósito da ação. Com estrutura, conteúdo imersivo e a força das reações compartilhadas, o simulador transformou o estande em uma experiência que os visitantes puderam viver juntos e lembrar depois da feira.


