Em um evento automotivo, a marca disputa atenção com veículos, lançamentos, experiências de pista e uma programação extensa. Portanto, não basta ocupar uma área: é preciso dar ao público um motivo claro para entrar, participar e lembrar daquele contato depois. Uma experiência imersiva pode cumprir esse papel quando traduz o universo do evento em uma interação simples de compreender.
Na ativação Santander em parceria com a Webmotors, no Festival Interlagos Auto 2026, a Techno Motion levou um simulador de montanha-russa com movimento e realidade virtual. O equipamento reuniu seis participantes por rodada, em duas fileiras de três lugares, com headsets VR e conteúdos exclusivos para o projeto. Assim, a atração transformou o espaço em um momento coletivo, visível para quem participava e para quem acompanhava a cena ao redor.
Este artigo registra a participação da Techno Motion com foco apenas no simulador de montanha-russa. A intenção é mostrar como estrutura, conteúdo, personalização e operação podem trabalhar juntos em uma ativação de marca dentro de um grande evento.
A ativação Santander no Festival Interlagos Auto 2026

O Festival Interlagos Auto 2026 aconteceu no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, de 27 a 30 de agosto, segundo o site oficial do evento. Dentro desse ambiente ligado a carros, motos, velocidade e entretenimento, a ativação Santander/Webmotors contou com uma experiência de realidade virtual produzida e operada pela Techno Motion.
O escopo do projeto previu dois períodos de ativação. O primeiro ocorreu de 12 a 16 de agosto, durante o Festival Motos. Em seguida, o segundo ocorreu de 26 a 30 de agosto, no Festival Carros. A Techno Motion assumiu a locação, o transporte de ida e volta, a montagem, a desmontagem, a operação técnica e o suporte presencial ou remoto do simulador.
Esse contexto importa porque a escolha da atração não ficou separada do ambiente. O simulador trouxe uma experiência de movimento e VR para um público já inserido em uma programação automotiva. Além disso, a estrutura permitiu que seis pessoas participassem de uma vez. Dessa forma, a interação ganhava escala visual sem depender de uma explicação longa para despertar interesse.
Como o simulador de montanha-russa transformou curiosidade em participação
Uma atração imersiva precisa ser compreensível mesmo para quem ainda não decidiu participar. Nesse caso, os assentos, os headsets e o movimento coordenado do simulador comunicavam que havia uma experiência em andamento. Por isso, a curiosidade surgia antes de uma abordagem comercial: o visitante via outras pessoas envolvidas e entendia que aquele espaço oferecia algo diferente da exposição estática.
O simulador de montanha-russa cria uma dinâmica coletiva. Enquanto seis pessoas utilizam a realidade virtual, quem está fora consegue acompanhar reações, gestos e a preparação da próxima rodada. Consequentemente, a atração se torna um ponto de observação e conversa, sem precisar se apresentar como uma fila ou como uma barreira no estande.
Para uma marca, esse tipo de interação pode ajudar a construir uma presença mais memorável. Porém, o equipamento não resolve a ativação sozinho. A equipe precisa organizar o fluxo, orientar o uso e conectar a experiência ao restante da jornada prevista no briefing. É essa combinação que permite transformar curiosidade em participação com mais coerência.
Seis lugares, realidade virtual e movimento em uma experiência compartilhada
O projeto utilizou uma estrutura motion com seis assentos, seis óculos Meta Quest, monitor externo e computador. Na prática, a configuração dividiu os participantes em duas fileiras de três lugares. Assim, a experiência não dependia de uma única pessoa para criar movimento no espaço: cada rodada reunia um pequeno grupo em uma mesma dinâmica.
Essa característica altera a leitura da atração. Em vez de uma atividade isolada, o simulador cria um momento compartilhado. Pessoas que chegam juntas podem participar ao mesmo tempo, enquanto outras acompanham a reação do grupo. Além disso, o movimento sincronizado reforça a percepção de que todos estão vivendo a mesma narrativa virtual.
É importante, entretanto, não prometer resultados que o projeto não mediu. A capacidade de seis lugares não garante, por si só, mais conversões ou maior permanência. Ela oferece uma base operacional para atender grupos de forma simultânea. O resultado depende do desenho da jornada, do público, da área disponível e da condução da equipe no local.
Conteúdos exclusivos conectados ao universo de Interlagos
O escopo da Techno Motion incluiu dois conteúdos exclusivos para o simulador de montanha-russa. Essa definição fez sentido porque o equipamento ganhou contexto dentro de um evento realizado no Autódromo de Interlagos. Em vez de depender de uma experiência genérica, a ativação podia aproximar a narrativa virtual do universo de carros e motos presente no projeto.
Conteúdo e equipamento precisam funcionar como uma única entrega. A estrutura motion responde aos estímulos da experiência, enquanto o headset coloca o participante dentro da narrativa. Portanto, quando o conteúdo conversa com o tema do evento, a personalização não fica restrita à comunicação do estande: ela também aparece no que o público vive durante a rodada.
O projeto ainda previu cintos de segurança para o segundo período, voltado ao Festival Carros. Esse detalhe mostra a importância de ajustar a operação à experiência proposta. Antes de qualquer ativação, a produção deve validar roteiro, duração, instruções de uso, perfil do público e protocolos de segurança. Dessa maneira, o entretenimento imersivo mantém sua função sem perder o cuidado operacional.
Personalização visual para integrar o simulador ao estande
O simulador recebeu duas personalizações visuais da marca, com arte fornecida pelo contratante. Nos vídeos da ativação, o equipamento aparece integrado a um ambiente de preto, vermelho e branco, com painéis, iluminação e linguagem gráfica coerentes com o estande. Essa integração ajuda o visitante a entender que a atração pertence àquela experiência, e não foi apenas posicionada no local.
Personalizar não significa cobrir o equipamento com informação. A identidade precisa preservar a leitura dos assentos, dos pontos de entrada, dos elementos de segurança e do espaço de operação. Por isso, a melhor aplicação visual combina cores, superfícies e comunicação de marca sem competir com a experiência de quem está usando o VR.
Para agências e produtoras, esse cuidado permite levar o conceito de campanha para um contato físico. Em projetos semelhantes, as ativações de marca podem usar personalização para tornar a experiência reconhecível, desde que a linguagem visual acompanhe o objetivo, o público e as condições do evento.
Operação técnica para manter a experiência organizada durante o evento
A entrega da Techno Motion não se limitou ao equipamento. O projeto incluiu frete, montagem, desmontagem, operação técnica e suporte presencial ou remoto. Esse conjunto é relevante porque uma experiência com movimento, seis participantes e headsets VR precisa de acompanhamento desde a chegada ao local até o encerramento da ativação.
Primeiro, a equipe precisa montar a estrutura e verificar o funcionamento antes da abertura ao público. Depois, durante a operação, o time orienta participantes, acompanha o uso dos equipamentos e mantém a área organizada para a próxima rodada. Por fim, a desmontagem encerra a ativação com o mesmo cuidado aplicado na montagem. Cada etapa protege a experiência do público e ajuda a manter o projeto alinhado ao cronograma.
Ao contratar uma experiência de realidade virtual para eventos, vale avaliar quem responde pela parte técnica no local, como o equipamento será transportado, quais orientações o público receberá e como a marca pretende conduzir a jornada depois da participação. Esses critérios reduzem improvisos e deixam a operação mais previsível.
O que essa ativação ensina sobre experiências de marca em eventos automotivos
O caso mostra que uma atração imersiva ganha força quando respeita o contexto em que entra. No Festival Interlagos, o simulador de montanha-russa combinou movimento, realidade virtual, conteúdo exclusivo e personalização visual em um ambiente ligado ao universo automotivo. Portanto, a experiência não precisou disputar espaço apenas pela tecnologia: ela se conectou ao clima do evento.
Ao mesmo tempo, a aplicação não deve virar uma fórmula pronta. Outra marca pode escolher um simulador diferente, uma narrativa distinta ou uma dinâmica com menos participantes. O ponto estratégico é definir o que a pessoa deve viver, que mensagem a marca quer reforçar e como a operação apoia esse percurso do começo ao fim.
Para quem planeja uma presença em feiras, convenções ou eventos automotivos, o simulador pode entrar como parte de uma jornada maior. As soluções para eventos da Techno Motion ajudam a transformar esse objetivo em um projeto compatível com briefing, público e espaço disponível.
Conclusão
A ativação Santander no Festival Interlagos Auto 2026 mostra uma aplicação concreta do simulador de montanha-russa como experiência de marca. A Techno Motion levou uma estrutura com seis assentos, movimento sincronizado, headsets VR, conteúdos exclusivos, personalização visual e operação técnica prevista para os dois períodos do projeto.
O principal aprendizado não está apenas no equipamento. Uma atração imersiva funciona melhor quando conteúdo, identidade visual, capacidade de atendimento e suporte técnico seguem a mesma intenção. Assim, a experiência ganha contexto para o público e oferece à marca um contato presencial mais ativo do que uma exposição convencional.
Para agências e produtoras, a decisão começa antes da escolha da atração. É necessário alinhar a narrativa da campanha, o número de participantes por rodada, o espaço para circulação, a personalização visual e a responsabilidade pela operação. Quando esses pontos entram no planejamento desde o início, o simulador passa a cumprir um papel claro dentro da experiência de marca.
Se sua empresa, agência ou produtora está planejando uma ativação com realidade virtual, fale com a Techno Motion sobre o projeto. A avaliação começa pelo objetivo da ação, pelo público esperado e pelas condições reais de operação.


