Tecnologia, agronegócio e experiência de marca ocuparam o mesmo espaço na 49ª Expointer. Realizada de 29 de agosto a 6 de setembro de 2026, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), a feira reuniu empresas, produtores, famílias e profissionais ligados ao setor. Dentro desse ambiente, a CAIXA contratou a Techno Motion para desenvolver uma atração imersiva para o estande CAIXA AGRO.
O resultado foi o simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026, uma plataforma modular de quatro lugares transformada em um carrinho personalizado. Além disso, o projeto recebeu conteúdo em realidade virtual, uma mecânica de coleta de moedas digitais e movimentos sincronizados com o percurso exibido nos óculos.
Este case mostra como a parceria saiu do briefing e chegou ao público. O foco está na atuação da Techno Motion como parceira técnica da CAIXA, responsável por conectar estrutura, software, movimento e personalização em uma experiência criada para a feira.
Techno Motion e CAIXA na Expointer 2026: uma parceria para aproximar tecnologia e agro
A 49ª Expointer ocorreu em um ambiente no qual tradição, negócios e tecnologia conviviam durante nove dias de programação. Segundo o site oficial da Expointer, a edição recebeu o público de 29 de agosto a 6 de setembro no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil. Nesse contexto, o estande CAIXA AGRO precisava representar a presença do banco e, ao mesmo tempo, oferecer uma forma de participação ao visitante.
Por isso, a CAIXA contratou a Techno Motion para criar uma experiência baseada em realidade virtual e movimento. A empresa entrou no projeto como parceira técnica, transformando o conceito da ativação em equipamento, conteúdo e interação. Assim, o simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026 passou a fazer parte da jornada do estande.
A relação entre agro e tecnologia não apareceu apenas como discurso. Na prática, o projeto usou uma atração digital para criar um contato mais leve com o público dentro de uma feira marcada por máquinas, animais, serviços e soluções para o setor rural. Dessa forma, a experiência complementou o ambiente institucional sem tentar substituir a conversa sobre os produtos e serviços da CAIXA.
Além disso, a parceria exigiu coerência entre tecnologia e identidade visual. O visitante precisava reconhecer a marca no carrinho, no universo virtual e na dinâmica proposta. Portanto, a entrega não poderia se limitar a posicionar um equipamento genérico dentro do estande.
O desafio da CAIXA para criar uma atração dentro do estande CAIXA AGRO
Uma feira do porte da Expointer reúne diferentes estandes, demonstrações e atividades em uma área extensa. Consequentemente, uma atração precisa ser compreendida com rapidez por quem circula. O desafio da CAIXA consistia em criar uma experiência que despertasse curiosidade, convidasse à participação e permanecesse ligada ao conceito do estande CAIXA AGRO.
Nesse caso, a resposta não veio de um recurso isolado. O projeto combinou uma plataforma de movimento, quatro lugares, óculos de realidade virtual, personalização física e um conteúdo criado para a ativação. Por isso, o simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026 ganhou uma identidade própria dentro do evento.
Primeiro, a equipe precisava traduzir a marca para uma estrutura que o público reconhecesse antes mesmo de participar. Depois, era necessário criar uma narrativa virtual simples de acompanhar. Por fim, o movimento precisava responder ao percurso digital sem romper a continuidade da experiência. Cada decisão dependia da anterior.
Ao mesmo tempo, a atração precisava conviver com o restante do estande. Entrada, orientação, embarque, rodada e saída formavam uma pequena jornada. Assim, o trabalho da Techno Motion envolveu olhar para o que acontecia antes, durante e depois do uso do equipamento.
Esse cuidado diferencia uma entrega personalizada de uma simples locação. Em projetos de tecnologia para eventos, o equipamento precisa responder ao objetivo, ao público, ao espaço e à mensagem da campanha. Na Expointer, esses elementos orientaram a construção do CAIXA VR Motion.
Como nasceu o CAIXA VR Motion, simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026
O CAIXA VR Motion nasceu a partir de uma plataforma modular com quatro lugares. Sobre essa base, a Techno Motion desenvolveu uma apresentação visual inspirada em um carrinho de montanha-russa e alinhada à identidade da CAIXA. Cores, formas e acabamento ajudavam a inserir o equipamento no estande sem esconder sua função.
Desse modo, o simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026 podia ser reconhecido como parte da ativação. O equipamento não aparecia como uma peça desconectada da comunicação. Pelo contrário, sua aparência preparava o visitante para uma experiência ligada ao universo da marca.
Uma plataforma coletiva de quatro lugares
A configuração permitia que quatro pessoas participassem da mesma rodada. Portanto, a experiência tinha um componente coletivo: o grupo embarcava, recebia as orientações e iniciava o percurso em conjunto. Enquanto isso, quem aguardava conseguia observar a movimentação da plataforma e as reações dos participantes.
Além disso, o formato de carrinho reforçava a leitura visual da proposta. Assentos, estrutura e movimento formavam um conjunto único, em vez de quatro simuladores independentes. Essa característica precisa aparecer com clareza nas imagens e na descrição do case.
Personalização integrada ao projeto
A personalização estética acompanhou o desenvolvimento da experiência. Nesse sentido, o simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026 reuniu identidade visual e função em uma mesma peça. A marca estava presente no carrinho, enquanto o conteúdo virtual ampliava essa presença durante a rodada.
Essa integração mostra por que um projeto sob medida começa pelo briefing. A Techno Motion precisou entender o evento, o ambiente CAIXA AGRO e a participação esperada antes de transformar a plataforma no equipamento apresentado ao público.
A experiência em realidade virtual criada para o público da Expointer
Ao colocar os óculos de realidade virtual em 360°, o participante entrava em um percurso de montanha-russa criado para a ativação. A narrativa digital não funcionava apenas como cenário. Durante o trajeto, as pessoas encontravam moedas digitais e elementos visuais ligados ao universo CAIXA AGRO.
Assim, o simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026 combinava imersão e uma mecânica simples de gamificação. Coletar moedas oferecia um objetivo compreensível durante a experiência. Ao mesmo tempo, os elementos visuais conectavam o percurso ao contexto do banco e da feira.
Conteúdo desenvolvido para o case
O software recebeu desenvolvimento voltado ao projeto. Portanto, a personalização foi além da estrutura física: ela também definiu o que aparecia diante do participante. Essa escolha ajudou a manter o mesmo conceito antes e durante a rodada.
Além disso, o conteúdo precisava funcionar em conjunto com o movimento. Curvas, descidas e acelerações virtuais tinham correspondência na resposta da plataforma. Dessa maneira, a imagem vista nos óculos e a sensação corporal seguiam a mesma sequência.
A produção de experiências em realidade virtual permite adaptar narrativa e interação ao objetivo da ativação, conforme o escopo aprovado. No case da CAIXA, essa capacidade foi usada para criar uma montanha-russa com linguagem própria, em vez de aplicar um conteúdo sem relação com o estande.
Por fim, o projeto manteve a experiência fácil de compreender. O visitante colocava os óculos, acompanhava o percurso, percebia o movimento e interagia com as moedas digitais. Essa clareza ajudava a tecnologia a permanecer a serviço da participação.
Como os movimentos sincronizados completavam a montanha-russa virtual
Realidade virtual e movimento precisavam seguir o mesmo ritmo. Quando o percurso apresentava uma curva, uma descida ou uma aceleração, a plataforma respondia de forma sincronizada. Consequentemente, o participante não dependia apenas da imagem para perceber a mudança do trajeto.
No simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026, os quatro lugares integravam a mesma plataforma. Isso significa que o conjunto se movimentava como um carrinho coletivo. A solução preservava a ideia de uma montanha-russa compartilhada e tornava a ativação visível também para quem estava fora.
Integração entre estrutura e software
O sincronismo dependia da integração entre o conteúdo e o sistema de movimento. Primeiro, a equipe definia a sequência do percurso virtual. Em seguida, os comandos da plataforma acompanhavam os acontecimentos da narrativa. Assim, cada resposta física reforçava a leitura do cenário exibido nos óculos.
Essa relação também orientava os testes. Antes de receber o público, era necessário verificar conteúdo, headsets, movimento, embarque e duração da rodada. Portanto, a entrega envolvia tanto desenvolvimento quanto preparação operacional.
Ao mesmo tempo, o movimento precisava respeitar a configuração real do equipamento. O carrinho não simulava quatro atrações separadas. Pelo contrário, a plataforma criava uma experiência coletiva, com os participantes acompanhando o mesmo percurso.
Por isso, o efeito final vinha da soma de diferentes componentes. Estrutura, software, óculos VR, personalização e operação precisavam funcionar juntos para que a proposta apresentada pela CAIXA chegasse ao visitante de maneira coerente.
A participação do público e o papel da Techno Motion como parceira técnica da CAIXA
Durante a Expointer, o CAIXA VR Motion criou uma cena fácil de identificar no estande: quatro pessoas participavam da rodada, enquanto outros visitantes observavam o carrinho em movimento. Dessa forma, a atração produzia interesse tanto para quem usava os óculos quanto para quem acompanhava do lado de fora.
O relato do projeto registra procura do público e compartilhamentos espontâneos da experiência. Ainda assim, este case não atribui números de participantes, alcance digital ou resultado comercial sem uma medição documentada. O dado central é a entrega realizada: a CAIXA contratou a Techno Motion para desenvolver e colocar em funcionamento uma atração personalizada no estande CAIXA AGRO.
Nesse sentido, o simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026 mostra uma parceria que uniu competências diferentes. A CAIXA definiu o contexto da ativação e sua relação com o público da feira. Por sua vez, a Techno Motion transformou esse direcionamento em uma experiência com estrutura, conteúdo, realidade virtual e movimento.
Uma entrega que conectou marca, evento e participação
A atuação como parceira técnica aparece em todas as camadas do projeto. Primeiro, a plataforma recebeu uma apresentação visual específica. Depois, o software incorporou moedas digitais e elementos do universo CAIXA AGRO. Por fim, o sistema de movimento acompanhou o percurso virtual.
Assim, a experiência permaneceu ligada ao evento do começo ao fim. O agro estava presente no ambiente e na linguagem do conteúdo; a CAIXA aparecia na identidade da ativação; e a Techno Motion sustentava a tecnologia que colocava o público dentro da narrativa.
O case também amplia o repertório de ativações de marca com tecnologia. Em vez de repetir uma solução pronta, empresas e agências podem partir de um objetivo concreto e avaliar como produto, conteúdo e operação devem ser personalizados.
Conclusão
O case da Expointer 2026 registra uma colaboração direta entre a CAIXA e a Techno Motion. A CAIXA contratou a empresa para desenvolver uma experiência imersiva no estande CAIXA AGRO, e a entrega reuniu um carrinho personalizado de quatro lugares, realidade virtual em 360°, coleta de moedas digitais e movimento sincronizado.
Mais do que instalar uma atração, a Techno Motion transformou o briefing em uma experiência integrada. Por isso, o simulador de montanha-russa da CAIXA na Expointer 2026 conectou identidade visual, software e resposta física em uma narrativa criada para aquele evento.
Para profissionais de marketing, agências e produtoras, o projeto mostra a importância de planejar a ativação como um conjunto. O formato do equipamento, o número de participantes, o conteúdo, a marca e a operação precisam seguir o mesmo objetivo. Quando essas decisões entram no desenvolvimento desde o início, a tecnologia ganha uma função clara dentro do estande.
Empresas que desejam desenvolver uma experiência semelhante podem solicitar uma avaliação de projeto com a Techno Motion. O ponto de partida é o briefing: evento, público, espaço, mensagem, conteúdo e forma de participação.


